8.5.09

Cívil, Flôr, Proíbido... Passatempo-relâmpago

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JÁ QUE TANTO se tem falado de acentos, aqui ficam mais algumas 'amostras', aproveitando o Sorumbático para oferecer um exemplar do livro Perigo Entre Espiões, de Peter Cheyney, ao 1.º leitor que souber dizer o nome da obra de onde foi feito o extracto que se vê na imagem inferior. Depois de dada a resposta certa, seguir-se-á uma outra pergunta, também com direito a prémio.
Actualização-1: A resposta certa já foi dada.
Actualização-2: Qual a editora em causa? (Pelos motivos expostos na "dica" afixada às 14h07m, o prémio será um exemplar do livro Demasiado, de Diana Andringa).
Actualização-3: A resposta certa já foi dada.

8 Comments:

Blogger Carlos Antunes said...

O Alfaiate do Panamá, está claro!

8 de maio de 2009 às 13:01  
Blogger Carlos Antunes said...

Se bem que é curioso que O Alfaiate do Panamá seja inspirado em O Nosso homem em Havana, mas como o próprio Le Carré trabalhou no argumento, daí acabaria por resultar um livro novo.

8 de maio de 2009 às 13:06  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

1 - A resposta está certa.

2- A referência ao livro de Greene é, inclusivamente, feita nos "Agradecimentos" (último parágrafo)

3 - Em breve afixarei a 2.ª questão.

8 de maio de 2009 às 13:19  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Uma "dica":

Na edição em causa (de 1999) encontram-se outras curiosidades, além do "acento", na pág. 33:

Tráfego de droga - pág. 15
Tráfico (de barcos no canal) - pág. 168
Tráfico (de mensagens por satélite) - pág. 291
Escassês - pág. 40
Benvindo - págs. 115 e 139

Sem contar com inúmeras outras mas - essas sim - gralhas (como 'levar a cabeça' em vez de 'lavar a cabeça', etc)

8 de maio de 2009 às 14:07  
Blogger MTeresa said...

Dom Quixote

8 de maio de 2009 às 14:09  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Certo!

8 de maio de 2009 às 14:11  
Blogger mariazita said...

Este comentário foi removido pelo autor.

8 de maio de 2009 às 14:13  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

A mesma editora já deu um ar da sua graça na incrível tradução de «State of Fear», de Michael Crichton.
Vale a pena ver o que, na altura, [AQUI] se escreveu, e, em 'comentário', uma listagem de alguns erros que são "de deitar as mãos à cabeça".

8 de maio de 2009 às 15:53  

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