3.5.15

Luz-Rua de Jerusalém.


Clicar na imagem para a ampliar
Uma qualquer rua, a uma qualquer hora. Há elementos casuais de composição prévia e de ironia posterior. Um sentido proibido. Uma loja chamada TNT. Uma menina de capuchinho vermelho. Três soldados de patrulha fortemente armados. Dois rapazes em conversa e telemóvel. Um lugar da fruta e de gelados Olá… Os soldados e as suas armas são evidentemente o factor perturbador de uma rua qualquer a uma qualquer hora. Mas em Jerusalém, é assim. Entre a paz e a guerra. Estive na cidade poucos dias, mas nunca esquecerei. O peso e a densidade da história. A pluralidade tensa. O significado de tudo, dos palácios aos templos, das pedras às ervas e às árvores. A civilização contemporânea vai-se imiscuindo por entre os vestígios e restos de três ou quatro mil anos de vida e de conflito. Ali percebi que há problemas sem solução, guerras perpétuas e conflitos como modo de vida. O máximo que se poderá conseguir é aprender a viver assim, com conflito, guerra, tensão e rivalidade. Com solução é que não. (2012)

Etiquetas:

1 Comments:

Blogger brites said...


foi sempre assim...e assim será!, na sua opinião. pois eu acho que vai mudar, independentemente das opiniões e dos seus interesses mais ou menos declarados. já não para eu assistir e tenho pena.

eu sou contra a pena de morte ou a prisão perpétua, aplicadas a pessoas, países, animais. só protege os donos da vida dos outros, os crápulas .

3 de maio de 2015 às 12:21  

Publicar um comentário

<< Home