4.7.15

Douro, lugar de um encontro feliz - Exposição de fotografias de António Barreto

CONVITE

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Press Release
O Museu do Douro inaugura no dia 10 de Julho a exposição de fotografias de António Barreto: “Douro, lugar de um encontro feliz”. A exposição é comissariada por Ângela Camila Castelo-Branco que seleccionou para a mostra fotografias do autor realizadas entre 1978 e 2014. O projecto teve como parceiros a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial.
A exposição consta de 55 fotografias a cores e a preto-e-branco mostrando a diversidade de pontos de vista e de impressões proporcionada pela Região, com particular foco nas vinhas, no vinho, no rio e nos socalcos e encostas dos vales do Douro e seus afluentes. Nesta região, ocorreu, há séculos, um encontro feliz entre trabalhadores, lavradores e comerciantes, entre portugueses e estrangeiros (ingleses, escoceses, holandeses…), de que resultou um grande vinho e uma paisagem única. Esta última, de excepcional beleza, é o resultado de um enorme esforço humano de trabalho, cuidado e disciplina. Assim como é testemunho de capítulos importantes da história de Portugal e do seu comércio.
A exposição estará patente ao público, na sede do Museu do Douro, no Peso da Régua, de 10 de Julho a 28 de Setembro de 2015. Depois deste período, entra em itinerância pela Região Demarcada do Douro.
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António Barreto nasceu no Porto em 1942. Sociólogo, professor universitário e político, foi deputado e membro do governo, assim como colunista de vários jornais. Sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Prémio Montaigne em 2004. Autor da série de televisão “Portugal, um retrato social” e do documentário “As horas do Douro”. Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, de 2009 a 2014. Sócio fundador da APPh. (Associação Portuguesa de Photographia). Autor de vários livros, entre os quais “Um Retrato do Douro”, “Douro”, “Fotografias 1967-2010” e “Douro; Rio, Gente e Vinho”.-Branco nasceu em Lourenço Marques, Moçambique,
Ângela Camila Castelo-Branco nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, em 1966. É documentalista no Arquivo Histórico da RTP (Rádio Televisão de Portugal). Estudou fotografia no AR.CO (Centro de Arte & Comunicação Visual) de 1993 a 1997. Foi comissária de diversas exposições. Proferiu conferências. Tem publicado vários textos sobre História da Fotografia. Foi responsável pela organização e selecção iconográficas de vários livros. Coleccionadora de fotografias de Portugal e das ex-colónias. Sócia fundadora e membro da Direcção da Associação Portuguesa de Photographia (APPh.).
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RECEITAS GALOPIM - MASSADA DE BACALHAU GRATINADA

Por A. M. Galopim de Carvalho

(Para 4 adultos)

2 postas de bacalhau do lombo bem dessaladas
200 g de massa (fusili, cotovelo ou outra à sua escolha)
2 cebolas médias
6 dentes de alho
2 folhas de louro
0,5 dl de azeite
2 dl de natas
¼ de pimento encarnado
¼ de pimento verde
100 g de queijo ralado
2 ovos cozidos
Sal e piri piri ou pimenta a gosto

Coza o bacalhau, limpe-o de peles e espinhas, lasque-o e reserve-o.
Coza a massa na água em que cozeu o bacalhau, juntamente com 2 dentes de alho estalados,  uma folha de louro e uma colher de sopa de azeite.
Faça uma cebolada no azeite com a cebola cortada às meias rodelas, juntamente com  o restante alho fatiado, uma folha de louro e uma malagueta de piri piri (facultativo). Acrescente, no fim, os pimentos cortados à tirinha finas, as azeitonas fatiadas e as natas. Se a mistura ficar demasiado seca, regue com um pouco da água da cozedura.
Num tabuleiro de ir ao forno, junte a massa, a cebolada e as lascas de bacalhau, revolva bem para homogeneizar.
Enfeite com rodelas de ovo e azeitonas pretas, polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno a gratinar, a 200 oC, durante cerca de um quarto de hora.

Bom apetite

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Quem de dezanove tira um…

Por Antunes Ferreira
Dir-me-ão que o tema, além de recorrente já começa a cheirar mal e eu concordo. No entanto e enquanto não é conhecido vencedor do referendo na Grécia (estou a escrever na sexta-feira, 3) convém dar um acrescentamento ao último texto por mim assinado. Há anos estive na praça Syntagma , assistindo a   um megacomício organizado pelo PASOK que é como se sabe o partido irmão do PS. Disse-me na altura Andéas Papandreou que a ocorrência era a demonstração de que os Gregos sabiam viver em democracia,
Papandreou era o primeiro-ministro cargo que exerceu por duas vezes. Esta era a primeira e embalado pelo apoio da Internacional Socialista, de que o PASOK fazia parte, julgava que se eternizaria o poder que detinha. Mas, obviamente estava enganado. Era pelo ano 1988 e apenas um ano depois o Ta Nea, o partido conservador , tirava-lhe a expectativa desde logo exagerada e até arrogante. Andrés Papandreou era um homem convencido e herdara do seu pai Georgios, também político, uma forma de estar que se resumia numa trindade: eu, eu e eu.
A Grécia adquirira a “mania” da alternância democrático e os dois partidos iam-se revezando no poder. Confesso que - sendo Andréas da mesma família política em que me encontrava e encontro – o homem não me agradou, antes pelo contrário. Encontrava-me na Grécia ao serviço do DN, mas correspondendo a pedido de Mário Soares (e depois de ter informado a direcção do jornal) levara uma carta do secretário-geral dos socialistas uma carta para Papandreou e assim pude encontrar-me e conversar com ele.
Dizem que a História se repete enquanto outros begam a afirmação, afirmando que a mesma água nunca mais passará por baixo da mesma ponte. Vá lá entendê-los… O acontecido leva-me agora a voltar ao tema Grécia e (des)União Europeia. Leio nos jornais matéria de que aposso e que de seguida transcrevo:
«O primeiro-ministro grego discursou, (esta sexta-feira à noite), na praça Syntagma onde se encontram milhares de pessoas a manifestarem-se pelo "Não" no referendo. Frente a milhares de gregos, Alexis Tsipras voltou a apelar ao voto no "Não" e garantiu aos gregos que "a democracia é o caminho a seguir". Depois de na passada quarta-feira ter defendido que " a democracia não é um golpe de estado" e que, nesse sentido, o "não" no referendo não significa uma divisão com a Europa, mas "o regresso aos valores europeus", o primeiro-ministro grego pediu ao povo grego que faça "história" e que no domingo dê "um grande e orgulhoso 'Oxi' ao ultimato". 
"Hoje, todos os olhos estão na Grécia. No domingo, vamos mandar uma mensagem de democracia e dignidade à Europa e ao Mundo. No domingo, não vamos apenas decidir ficar na Europa, vamos decidir viver na Europa com dignidade. Não vamos deixar a Europa nas mãos daqueles que querem sufocar a sua tradição de democracia", afirmou Tsipras. 
Também me aproveito de um parágrafo dum texto do colaborador do Sorumbático Carlos Barroco Esperança (pelos vistos esta crónica nem me pertence, mas a preguiça é mal tamanho que não me repugna o roubo escandaloso, ainda por cima sem pedir autorização para o fazer a Barroco Esperança; se o fizesse tenho a certeza que, desta feita e sem ter nada que ver com o rerendo grego me responderia “sim”

 “Ouvir o PM, cuja formatação ajuda a entender as declarações, em linha com as decisões venais e nepotismo, é confrangedor, mas ouvir o PR, no meio da tempestade, no Titanic [UE], perante o naufrágio do primeiro passageiro [a Grécia] a dizer que “… se sair ficam 18 países”, não é apenas o rebuscado exercício de aritmética ao nível do primeiro ano de escolaridade, é a metáfora de alguém que faz de Hollande um estadista notável.”»

Cavaco cada vez que abre a boca sai asneira pois nenhuma mesma se arriscaria a entrar naquela cloaca. Não nos devemos admirar com as bacoquices de Sua Insolência. Já lá vão os “cidadões” e o “façarei” que ficaram guardados na massa cinzenta de cada um dos Portugueses; já lá vão também as vacas açorianas a sorrirem de felicidade… Basta de tanto sofrer. Quousque  tandem Cavaco abutere patientia nostra? Mas provavelmente o homem nem saberá o que isto quer dizer, quanto mais o autor da interrogação…

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2.7.15

A crise grega e mundial e os timoneiros lusos

Por C. Barroco Esperança 
O PR dos EUA e o da França, apesar da irrelevância do último, “concordaram em unir esforços a favor do recomeço das negociações” com a Grécia. Merkel, apesar de vítima de críticas e da aversão ao seu ministro das Finanças, parece ser a única dirigente na UE a pensar e que se dá conta de que o futuro do euro está ligado ao da Europa.
 Todos perceberam que os credores não podem impor aos devedores acordos impossíveis de cumprir, fazer empréstimos sob chantagem, para proteger os seus bancos, e condenar países ao desemprego, à fome, ao desespero e à violência.
 O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, diz agora que a porta continua aberta. O presidente do Parlamento Europeu adverte os gregos contra os riscos de “má decisão” no referendo e Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, segue-o na advertência. O presidente da CE, Claude Juncker, diz que «Aqui todos ganham ou todos perdem».
 No fundo, querem destruir o Syriza e temem destruir a Europa. Já se resignam a impor apenas em quem Atenas pode votar, indiferentes ao livre exercício do voto. 
Strauss Kahn, ex-diretor do FMI defende a reestruturação da dívida grega, o que sólidos talentos lusos, Passos Coelho e Cavaco, negaram veementemente na defesa das ‘regras’. Os norte-americanos Paul Krugman e Joseph Stiglitz, prémios Nobel da Economia, desconhecidos em Massamá e Boliqueime, corroboram a opinião de Strauss Kahn e a bondade das propostas do Governo grego.
 Observar esta crise, ignorando a do capitalismo global, detonada na falência do banco Lehman Brothers, nos EUA, cujas ondas de choque não pararam, é a visão redutora de quem não consegue imaginar a doença para além dos mais óbvios sintomas.
 Em Portugal, há quem ignore que o problema grego é comum, que à Grécia se seguirá Portugal e, depois, outros, com efeito dominó, se antes não for encontrada uma solução. O PM e o PR, à semelhança dos passageiros do autocarro n.º 16, Carapinheira-Coimbra, não veem que ao ‘grexit’ se seguirá o ‘eurexit’ [também tenho direito a cunhar um novo termo, aliás, sem grande originalidade].
 Ouvir o PM, cuja formatação ajuda a entender as declarações, em linha com as decisões venais e nepotismo, é confrangedor, mas ouvir o PR, no meio da tempestade, no Titanic [UE], perante o naufrágio do primeiro passageiro [a Grécia] a dizer que “… se sair ficam 18 países”, não é apenas o rebuscado exercício de aritmética ao nível do primeiro ano de escolaridade, é a metáfora de alguém que faz de Hollande um estadista notável. 
 Ponte Europa / Sorumbático

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28.6.15

DO PEQUENO SOL ABORTADO À ACREÇÃO DE PLANETESIMAIS

Por A. M. Galopim de Carvalho
DEIXANDO de lado as explicações dos filósofos da Antiguidade e dos escolásticos medievais, a primeira tentativa de explicação da origem da Terra remonta ao século XVII, com o filósofo e matemático francês, René Descartes (1596-1650), Renatus Cartesius, de seu nome latino, um heliocentrista convicto. No seu livro Principes de la philosophie, publicado em 1643, considera a Terra como um pequeno Sol abortado, que arrefeceu e solidificou externamente, tendo, no entanto, conservado o fogo central. Segundo ele, o centro do planeta, que acreditava ser matéria solar ainda ígnea, era constituído por uma camada sólida, muito densa. Por sua vez, esta camada estava envolvida por uma camada interior, maciça, na qual se encontravam todos os metais, e uma camada exterior, menos maciça, terrosa, com pedras, areias, barros e lodos. (...)
Texto integral [aqui]

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Luz - Ponte D. Luis, na Ribeira do Porto, a terminar nas brumas de Gaia

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A fotografia foi feita de manhã. As brumas e os nevoeiros do Porto e de Gaia são famosos e muito fotogénicos. No primeiro plano, dois dos muitos barcos de recreio que agora são numerosos e que trouxeram uma vida nova, seja a esta Ribeira, seja ao rio Douro, vale acima. (2014)

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27.6.15

Grécia – quo vadis?

Por Antunes Ferreira

O folhetim do chamado caso grego ainda continua e parece que não terá um happy end rápido. Aliás, nem happy nem end. As duas partes em conflito persistiam na defesa das suas propostas; como se sabe, dum lado o Sirysa (o super esquerdista partido da Grécia no poder, que é o mau da fita) – do outro os bens, ou seja os credores: a Comissão Europeia representando a (des)União Europeia, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o BCE, o Banco Central Europeu. São os membros da malfadada troika, supostamente representando os país da união monetária menos um: a citada Grécia.

A Zona Euro persiste numa mistura explosiva: na expectativa e em pânico. E a Führer Angela suposta autora da segunda edição, revista e ampliada, do “Mein Kampf”, que é realmente a patroa dos bons, vê-se em palpos de aranha para tentar acalmar os “mais bons” e os “menos bons” uma divisão que pode vir a ser o princípio da falência e o subsequente epitáfio da Europa (des)Unida. Pelo andar da carruagem, Portugal faz parte dos “mais”, de acordo com os discursos dos supostos PR e PM.

A procissão hesita entre sair do adro e nem sequer a ele ter chegado. Os portadores dos andores, porém e como sempre, os Zés Povinhos dos países, o que quer dizer que são os povos das diversas nacionalidades que amocham, pagam os seus impostos e aguentam até haver uma decisão final. Os grafitis nas paredes “Os ricos que paguem a crise” foram substituídos por “Os pobres que paguem a crise”. A Europa está à beira do abismo e pode haver um louco que dê a ordem: um passo em frente, marche! Europa – quo vadis? Grécia também quo vadis?

Tente-se fazer o ponto da situação, pelo menos aquela que na quinta-feira era possível e que, se calhar, quando este texto sair a público, já não é, quiçá continue a ser. Recorra-se, uma vez mais à comunicação social que terá encontrado uma válvula de escarpe para a pré(?) campanha eleitoral…E para a agredida Ucrânia que hoje só é motivo de umas quantas linhas, apesar de continuar a ser agredida e invadida pelas tropas de Moscovo.

“Os ministros das Finanças da Zona Euro reúnem-se este sábado pela quinta vez no espaço de dez dias, num novo esforço para tentar chegar a um acordo que permita à Grécia evitar a entrada em incumprimento. Depois de novo impasse nas negociações, a Grécia só tem alguns dias para obter financiamento, já que tem de devolver a 30 de Junho 1,6 mil milhões de euros ao FMI.” Diz a Lusa. Por outro lado “A agência Reuters já confirmou esta informação e adianta que depois de o Eurogrupo realizado na quinta-feira, 25 de Junho, não ter permitido chegar a um acordo sobre o plano de reformas que Atenas terá de implementar para poder receber a última tranche de 7,2 mil milhões de euros, prevista no programa de assistência helénico ainda em curso e que também termina no dia 30 de Junho, os ministros das Finanças farão um novo esforço para desbloquear a situação já no próximo sábado”.



Depois das declarações que na segunda-feira indiciavam que a proposta apresentada nessa manhã pelas autoridades helénicas permitiria atingir um acordo final ainda esta semana, as negociações ao nível técnico não confirmaram as expectativas. Apesar das cedências feitas de ambos os lados da negociação, o Eurogrupo (…) não chegou mais uma vez a um acordo. Fräu Merkel “referiu-se ao recuo da Grécia como factor impeditivo da concretização de um acordo abrangente de reformas, colocando nas mãos dos ministros das Finanças a responsabilidade de encontrar um caminho que satisfaça todas as partes”.

Alexis Tsipras e Yanis Varoufakis estão cada vez mais entre a espada e a parede. Poderão ser vitimas de um diktat do Eurogrupo, melhor dizendo da sua boss Angela. Voltamos a 1939/45? Será a chanceler alemã capaz de fazer pela via das finanças o que Adolf Hitler não conseguiu alcançar manu militari? Mas, por outro lado, a saída da Grécia também poderá apontar para a desagregação da Europa (des)Unida? A dicotomia é apavorante para os dois lados: a derrota do Sirysa ou a …derrota da Europa.

Depois de o primeiro-ministro grego ter anunciado um referendo aos gregos, estes foram para a rua, não para protestar, mas para levantar dinheiro nas caixas multibanco. No entretanto, o ministro grego da Defesa Panos Kammenos, do partido Gregos Independentes (Anel), admitiu hoje de manhã que o Governo pode recuar no referendo se os parceiros da zona euro aceitarem a proposta de acordo apresentada por Atenas.

Em Lisboa Cavaco (por via da caríssima esposa), Passos & Portas e Maria Albuquerque rezam à Virgem de Fátima para que poise numa nova azinheira, resolvendo assim o impasse, mesmo que seja necessário fazer rebolar o Sol. Será que um milagre resolverá a crise europeia? Dificilmente isso acontecerá. A Senhora tem mais coisas para se ocupar e preocupar do que de mais uma crise do Velho Continente, que são peanuts para a corte celestial (se ela existe…)

Por mais incrível que pareça, de Bruxelas surgiu a notícia de que a Grécia não se pode queixar de falta de flexibilidade da troika, porque para os outros países sujeitos a programas não foram feitas tantas cedências. Esta tem sido a posição de Portugal nos últimos dias de negociações com a troika e foi a ideia defendida por Coelho no final do conselho europeu terminado ontem. Realmente quer o venerando Chefe de Estado quer o (des)Governo vêm sendo mais papistas do que o Papa. Oxalá não lhe estale a castanha na boca.



Em Moscovo, o filho da Putina esfrega as mãos de contente. Poderá apoiar a Grécia do Sirysa? Com quê? Com o rublo desvalorizado? Mas, mesmo assim, a “receita da” troika, a austeridade, está a fazer esquecer a invasão da Crimeia e agora da Ucrânia pelas tropas de Moscovo. Para Beijing, a tradicional e esfíngica paciência ainda está em banho-maria. O bem de uns é sempre o mal de outros. Ou seja, como diz o povo, “pimenta no cu dos outros é refresco para muitos”

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