13.9.09

Passatempo-relâmpago de 13 Set 09 (com 2 fases)




11 Set 09
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1ª fase: As cenas que as fotos documentam repetem-se todos os dias, mesmo à porta de casa de um senhor bem nosso conhecido. De quem se trata?

Ao primeiro leitor que der a resposta certa será atribuído um exemplar de Cidade Escaldante (de Chester Himes) ou de Desafio à Polícia (de Carter Dickson) - à sua escolha. Mas - atenção! - a uma hora tal que o número dos minutos seja igual ao que se vê no relógio da foto inferior. Uma 'dica': ver também [aqui].
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2ª fase: antes de mais, será necessário dar 'um salto' [aqui], onde se encontram fotos semelhantes, pois o desafio consiste em comentar uma ou mais dessas situações, com recurso a todos os 6 títulos das seguintes obras: Mistérios de Lisboa (de Camilo), Tudo e Mais Alguma Coisa (de Jacinto Lucas Pires), O Retrato (de N. Gógol), As Boas Consciências (de L. Salvayre), Serviço de Urgência (de J. Perestrelo) e Demasiado (de Diana Andringa). Esses 6 títulos deverão aparecer destacados, no texto (com recurso a itálico, negrito ou maiúsculas).
O prazo termina às 20h de terça-feira (dia 15), e será premiado (com 3 dos mesmos livros, à escolha do vencedor) o comentário mais imaginativo.

Actualização (16 Set 09/8h46m): depois de muito matutar, o júri decidiu atribuir o 1.º prémio a Diogo B. Carvalho e o 2.º lugar, ex aequo, a Carlos Antunes e Joana Luz. Assim, Diogo tem 24h para escrever para premiosdepassatempos@iol.pt, indicando 3 dos títulos indicados. C. A. e J. L. reberão um livro dos restantes.

13 Comments:

Blogger Noemia Maria said...

Este comentário foi removido pelo autor.

13 de setembro de 2009 às 13:54  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Atenção:

Dado que o passatempo é demasiado fácil, haverá, ainda hoje, uma 2ª fase (que será anunciada em "actualização").

Atenção, pois!

13 de setembro de 2009 às 14:22  
Blogger Mg said...

José Sócrates.

13 de setembro de 2009 às 14:39  
Blogger Mg said...

Este comentário foi removido pelo autor.

13 de setembro de 2009 às 14:39  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Mg,

Escreva, então, para

premiosdepassatempos@iol.pt

indicando o livro que pretende, para que se possa passar à 2ª fase do passatempo.

13 de setembro de 2009 às 14:44  
Blogger João Rodrigues said...

Os carros em cima dos passeios são O RETRATO de uma cidade DEMASIADO importante para existirem estes MISTÉRIOS DE LISBOA. Seria necessário um SERVIÇO DE URGÊNCIA, que tratasse de TUDO E MAIS ALGUMA COISA, para curar o que AS BOAS CONSCIÊNCIAS deixam fazer a Lisboa.

14 de setembro de 2009 às 14:28  
Blogger Unknown said...

Mistérios de Lisboa, Tudo e Mais Alguma Coisa,

Eu sei que AS BOAS CONSCIÊNCIAS já pouco têm lugar ao volante, também sei que O RETRATO do nosso país está emoldurado na nossa capital e não desconheço que é possível fazer TUDO E MAIS ALGUMA COISA debaixo das barbas cansadas das autoridades, mas eu só queria mesmo ir até ao café... Estava um troglodita a ocupar todo o passeio e fiz um pequeno desvio através da estrada. Infelizmente levei com um retrovisor que vinha a voar DEMASIADO baixo e me rebentou as costelas! Tomei então o café na sala de espera do SERVIÇO DE URGÊNCIA... Não estava mau e até foi mais barato! Há males que vêm por bem! MISTÉRIOS DE LISBOA...

14 de setembro de 2009 às 21:28  
Blogger dana_treller said...

Saio de casa descansada e eis que o cenário se repete - param os carros no passeio e eu não posso passar! Eis o que me ultrapassa, como se mantém esta chalaça! AS BOAS CONSCIÊNCIAS denunciam, mas não há como contornar - é este O RETRATO de uma cidade, que não parece querer-se arrumar! São os MISTÉRIOS DE LISBOA, que cresce sem ouvir os que em si gemem com a indignação que estas e outras situações lhes provocam. São tantas as dores que a cidade não cura - às vezes parece que TUDO E MAIS ALGUMA COISA - nos aborrece, mas a verdade é que é já DEMASIADO, e não há coração que aguente... Entre enfartes eminentes, adivinhados acidentes (sem passeios, o que é que esperam?) e demais mazelas, não tarda a encher o SERVIÇO DE URGÊNCIA - e isto com a gripe A a bater-nos à porta, não admira que a malta se borre com a ameaça de Pandemia!

Era fácil prevenir, ora leiam com atenção: Não há carros nos passeios - logo - há passeios para os transeuntes - logo - não precisam de andar pela rua - logo - há menos acidentes! Ainda - a malta não se chateia - logo - menos enfartes, histerismo, contracturas musculares entre outras coisas chatas - então... menos gentre nas urgências! Muito menos Gripe A!!!

Eis a Solução!!!

E é de tão simples execução...

14 de setembro de 2009 às 21:41  
Blogger Diogo Bobone Carvalho said...

Eis O RETRATO do que esta plebe de condutores de cidade é capaz de fazer. Julgam-se no direito de fazer TUDO E MAIS ALGUMA COISA só porque são senhores de uma viatura. E como é que é suposto circularem as cadeiras de roda? E os carrinhos de bebés?
Porque é que ninguém resolve isto é um dos grandes MISTÉRIOS DE LISBOA.
Será que nem em periodo eleitoralista podemos contar com AS BOAS CONSCIÊNCIAS dos políticos? Será pedir DEMASIADO?
Proponho por isso que se crie um SERVIÇO DE URGÊNCIA, sempre pronto a actuar, com o objectivo de obrigar os senhores condutores a sentarem-se numa cadeira de rodas
e percorrerem as ruas de Lisboa para ver se percebem a dificuldade que criam ao peões. Talvez assim mudem de atitude.
Acabem-se com os automóveis nas grandes cidades de uma vez por todas!

15 de setembro de 2009 às 08:56  
Blogger Carlos Antunes said...

Dos MISTÉRIOS DE LISBOA, o que cada vez mais me deixa perplexo é o de quanto menos espaço há, mais carros cá querem meter.
Como se por um qualquer milagre pudessem contrariar a mais simples lei da Física, que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço!

Mas ao fim e ao cabo, quer-me parecer que se o Inferno está cheio de boas intenções, Lisboa está cheia de BOAS CONSCIÊNCIAS que não querem mais do que poupar as suas pernas ao trabalho de atravessar a rua.
Se pudessem até entravam com as carrinhas, carroças e carripanas dentro das lojas e restaurantes (mas por algum motivo inventarem os drive-through!).

E o português, que se enxunfra com TUDO E MAIS ALGUMA COISA, lá vai contornando os carros que ocupam o seu espaço de passeio (já de si tão diminuto), sendo ainda buzinados e insultados por andarem no meio da estrada!
Ora, se os carros podem andar nos passeios, não será lógico que os peões andem no alcatrão?

Mas ai que a boa educação tem de prevalecer, somos gente de pacatos costumes e ninguém grito "Isto é DEMASIADO!" porque é capaz de acordar o vizinho do lado e mais vale deixar morrer alguém do que obrigar alguém a "mexer o cú" para ir desviar o carro e deixar os veículos do SERVIÇO DE URGÊNCIA passar!
Eles que viessem a outra hora!

Sim, porque às 09.39 já tinham era todos estes mandriões de estar a trabalhar e não a andar pelos passeios, diz aquele que não quer "mexer o cú"!
Depois ainda dizem que este país não progride, pudera, se há uns que vão a pé em vez de acelerarem de carro e pararem onde bem lhes aprouver (que é como quem diz, mais à porta é impossível, raio da sebe)!
Preguiçosos, mandirões, gastem gasolina pela economia deste país!

Que não venha o TGV, que isto de andar depressa faz mal, ainda querem que esta gente deixe de andar de carro ou de estacionar por aí como quem larga peças de Dominó sobre a mesa sem nunca se lembrar de as organizar!
E é este o RETRATO dos portugueses?

15 de setembro de 2009 às 11:46  
Blogger MTeresa said...

Lisboa precisa de ir ao “Serviço de Urgência” para lhe tratarem todas as mazelas que ao longo destes anos tem sofrido, especialmente no que toca ao trânsito e ao estacionamento. “As Boas Consciências” vão denunciando como podem as situações mais absurdas, vão fotografando “Tudo e Mais Alguma Coisa” que impeça a boa qualidade de vida (ou pelo menos uma melhor qualidade de vida do que aquela que existe) dos que teimosamente querem andar a pé sem terem de fazer uma prova de obstáculos. Muitos são os sites e blogs que denunciam situações de autêntica selvajaria contra o peão (sobretudo) e de tremenda falta de respeito e civismo dos nossos condutores (ou até dos condutores estrangeiros.... em Roma sê romano!). Tudo isto se passa debaixo do nariz dos fiscais da EMEL ou da polícia municipal , mas estes em vez de reprimirem tais práticas fazem-lhes vista grossa e pior.... dão maus exemplos! Há pois é!!!...Não raras vezes vemos no “Retrato” carros das autoridades a dar um péssimo exemplo aos condutores desrespeitando a sinalização e estacionando em cima do passeio (eles que deviam servir de exemplo no que toca a respeitar a lei). Os cidadãos lá vão gritando, pedindo, implorando por mais actuação das autoridades para por termo a tamanha desordem. Chega! Basta! Já é “Demasiado”!, gritam desesperados há anos sem que alguém lhes dê ouvidos.
Mesmo com tantas vozes de protesto, imagens a provar o que se diz a inércia das autoridades no que toca ao trânsito e parqueamento será por muito tempo um dos “Mistérios de Lisboa”!

15 de setembro de 2009 às 17:15  
Blogger Mg said...

Esta questão do estacionamento, mais que um dos MISTÉRIOS DE LISBOA, parece ser um dos mistérios da nossa sociedade.
Faça-mos, pois, um RETRATO do que é o Português-tipo e facilmente concluímos que, mais do que AS BOAS CONSCIÊNCIAS, são o laxismo, o facilitismo e o olhar para o umbigo que nos move.
Somos capazes de reclamar por TUDO E MAIS ALGUMA COISA , mas quando nos toca a nós, individualmente, fazer algo para melhorar o estado das coisas, a situação complica.
É evidente que estou a generalizar, e ainda bem que assim o é.
Se já assim a nossa sociedade peca em muitos aspectos, imaginemos o que seria se todos, mas todos mesmo, nos comportássemos da mesma forma.
Uma imensa multidão, de mais de 10 milhões de maluquinhas e maluquinhos, fechados na sua bolha, sem querer saber, sem se importar… com o próximo, com os vizinhos, com os amigos, com os familiares.
Nem tudo é mau e também nem tudo é bom neste cantinho à beira-mar plantado.
Mas, numa sociedade onde há pessoas com deficiência motora que as obriga a moverem-se sentadas numa cadeiras de rodas, onde há muitos invisuais (muito mais do que aqueles que julgamos existir…), onde há pais e mães que passeiam alegremente o carrinho do seu bebé, uma só situação destas me parece DEMASIADO.
Porque pode ceifar (mais) uma vida, porque pode estragar para sempre uma outra, porque incomoda e transtorna, de forma absolutamente prepotente e fácil, a vida do peão que também tem direito a circular.
Pena é que não se possa curar este tipo de “doenças” num Hospital…

Pensando melhor, ainda bem que assim é, e que sabemos (e, apesar de tudo, temos consciência disso) que a mudança, para melhor, pode partir de cada um de nós.

É que, bem vistas as coisas, não iria haver SERVIÇO DE URGÊNCIA que aguentasse…

15 de setembro de 2009 às 19:01  
Blogger Mg said...

Entretanto, inventei uma palavra nova: "Faça-mos".

Será que dá direito a passatempo? :)

Quero acreditar que não: fica por conta do Acordo!!!

15 de setembro de 2009 às 19:05  

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