16.7.05

Precisão passo-a-passo...

NO extremo oposto do que fazia a senhora que cortava o cabelo «à milésima» (e dos brincalhões que procediam da mesma forma com os valores do défice), temos o pedreiro que inspirou os que fazem as actuais estatísticas a-olho sobre as adesões às greves atrás referidas.

O homem trabalha assim (e não se dá mal com isso):

«Chefe, tome lá nota das medidas. Comprimento: 4 passos, 1 cabo-de-martelo, 1 bota e 2 dedos. Largura: 3 passos, 2 palmos, 1 mão-travessa e 1 lápis».

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Cá pra mim, em relação a greves, arrastões e outros que tais... a forma mais inteligente de ver a coisa é sempre.... dar-lhes desconto! Ou seja, se um diz 30% de adesão e o outro diz 70%.... hmmmmmm.... então deve ter sido praí uns 50%, mais coisa menos coisa. Na estória do arrastão, onde primeiro tinha existido, depois afinal não... onde primeiro eram mais de 500 e depois afinal eram "só 50" .... hmmmm.... devem ter sido praí uns 150 ou até 200, mais coisa menos coisa.... olhem que medir aos palmos e aos passos até que não é assim tão mau como isso, (inches and feet...)principalmente se tivermos em conta as contas que os nossos governantes nos querem impingir....

17 de julho de 2005 às 10:56  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

«aos palmos e aos passos até que não é assim tão mau como isso, (...)principalmente se tivermos em conta as contas que os nossos governantes nos querem impingir»

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Pois, a ideia deste "post" é mesmo essa...

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Um abraço
do
CMR

17 de julho de 2005 às 11:02  
Anonymous Anónimo said...

Mesmo a medida "pé", que era o tamanho do pé de um determinado rei inglês (não sei qual), teve de ser bem definida.

A medida era marcada com 2 traços em paredes de edifícios públicos, onde as pessoas iam copiar o seu comprimento para ter nas lojas, mercados, etc.

A partir dessa medida, ficavam definidas as outras (polegada, jarda e milha).

17 de julho de 2005 às 12:30  

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