“Nela mando eu!”
Por Joaquim Letria
O INSTITUTO Nacional de Estatística (INE) disse que a participação das mulheres portuguesas no mercado de trabalho é das mais elevadas na União Europeia, apesar de só 16 por cento das nossas mulheres ocuparem lugares de responsabilidade, ou de topo, nas respectivas empresas, ou instituições, a que pertencem, ou dirigem.
No entanto, os portugueses não embarcam em estatísticas e 62 por cento dos inquiridos disseram que as desigualdades entre homens e mulheres se encontram generalizadas em Portugal.
As áreas que a maioria dos portugueses consideram prioritárias na luta contra a desigualdade de géneros são a violência contra as mulheres (46 por cento), e as injustas disparidades salariais (48 por cento).
A comissão Europeia já se manifestou a favor da diminuição das disparidades salariais entre homens e mulheres. que reflectem cerca de 18 por cento na Europa e 9,2 em Portugal. Bruxelas volta a prometer usar todos os meios para atingir esses objectivos. Mas este “patois” a defender o sexo feminino e a prometer lutar contra a desigualdade de géneros costuma ser conversa fiada do Dia Internacional da Mulher. Porque, passando a efeméride, é tempo de continuarmos a garantir que “Lá em casa manda ela, mas nela mando eu!”
«24 horas» de 10 Mar 10O INSTITUTO Nacional de Estatística (INE) disse que a participação das mulheres portuguesas no mercado de trabalho é das mais elevadas na União Europeia, apesar de só 16 por cento das nossas mulheres ocuparem lugares de responsabilidade, ou de topo, nas respectivas empresas, ou instituições, a que pertencem, ou dirigem.
No entanto, os portugueses não embarcam em estatísticas e 62 por cento dos inquiridos disseram que as desigualdades entre homens e mulheres se encontram generalizadas em Portugal.
As áreas que a maioria dos portugueses consideram prioritárias na luta contra a desigualdade de géneros são a violência contra as mulheres (46 por cento), e as injustas disparidades salariais (48 por cento).
A comissão Europeia já se manifestou a favor da diminuição das disparidades salariais entre homens e mulheres. que reflectem cerca de 18 por cento na Europa e 9,2 em Portugal. Bruxelas volta a prometer usar todos os meios para atingir esses objectivos. Mas este “patois” a defender o sexo feminino e a prometer lutar contra a desigualdade de géneros costuma ser conversa fiada do Dia Internacional da Mulher. Porque, passando a efeméride, é tempo de continuarmos a garantir que “Lá em casa manda ela, mas nela mando eu!”
Etiquetas: JL
1 Comments:
“Lá em casa manda ela, mas nela mando eu!”
:)
E ainda há muitos que assim acreditam!
:)
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