25.10.11

Como, em Lisboa, é acarinhada a calçada portuguesa

Lisboa - Rua 1.º de Dezembro
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3 Comments:

Blogger R. da Cunha said...

(Vou tentar repetir o comentário que fiz, mas que, por artes mágicas ou nabice minha, desapareceu)
CMR, V. é um bota-de-elástico, além de chato. Não vê que os Técnicos Superiores Que Tratam Destas Coisas e os seus Superiores Supervisores têm que ter a liberdade de re-interpretar e recriar as obras, datadas, de autores datados, por muito bons que fossem considerados à época? Se deixarem tudo como estava já ninguém reparava na obra de arte, se é que de arte se tratava. O progresso está em des-e-re-fazer. Em resumo, o caos impõem-se a bem do progresso das Artes.
Ou será que os tais Artistas e seus Supervisores sofrem de qualquer maleita visual, a roçar a cegueira?

25 de outubro de 2011 às 19:23  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Este 'post' foi uma excepção, e explico porquê:

A 'obra-de-arte' está a cargo da PT, empresa que, felizmente, corrige rapidamente estas coisas.

Mas em relação a esta, em concreto (e que ainda há pouco estava bem!), fiquei tão chateado que não resisti a afixar as fotos.

25 de outubro de 2011 às 19:59  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Como habitualmente, a PT ('dona' das tampas) informa que a situação já foi corrigida.
Como diz o outro: «São muito bons a resolver os problemas que eles próprios criam»

26 de outubro de 2011 às 16:55  

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