27.3.09

Clint Eastwood

Por António-Pedro Vasconcelos

HÁ DUAS ESPÉCIES de criadores: os que se destacam por uma estreia fulgurante na juventude e, depois, se apagam ou abandonam (Rimbaud, Bob Dylan, Godard), e os que fazem pacientemente a sua obra, aprendendo com a vida e com os mestres (Verlaine, Tolstoi, Billy Wilder). Os primeiros, geralmente, esgotam-se cedo, porque não conseguem manter-se à altura das suas promessas. Clint Eastwood (CE) tem a marca dos últimos.

Descoberto como ‘autor’ desde que assinou Imperdoável, CE nunca mais desiludiu, enquanto outros, os da geração do Vietname (Friedkin, Scorsese, Coppola) ficaram pelo caminho, porque, a partir de certa altura, não tinham mais nada a dizer. (...)

Texto integral [aqui]

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3 Comments:

Blogger A Fiado said...

Quem assim escreve deve saber muito de futebol.
Ou pior ainda.

27 de março de 2009 às 23:17  
Blogger Urze said...

Este António-Pedro Vasconcelos é mesmo atrasado mental. O Dylan esgotou-se? A sério?

Ana V.

2 de abril de 2009 às 13:43  
Blogger Heresias said...

Subscrevo APV e aquilo que ele diz das jovens promessas cristalizadas no tempo.

CE tem sido, para mim, cinéfila incorrigível, uma boa supresa. Ele faz parte do grupo que, depois de chegar, fica até morrer.
Saudações

7 de abril de 2009 às 11:45  

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