Quem tem fé…
Por Antunes Ferreira
NUMA TARDE gloriosa de princípios deste Março, um sol pleno a inundar o azul do céu, a temperatura a rondar os 31º, as barcaças de minério descendo e subindo o Mandovi, estávamos no Riviera, ali mesmo à beira-rio. A Raquel, o Carminho Costa (colega da minha cara-metade no Liceu Nacional Afonso de Albuquerque), a Indira esposa deste e eu, bebericando e petiscando fish fingers, croquetes – receita portuguesa com temperos locais, vejam lá - e lulas fritas às rodelinhas, com muita cebola, alho e coentros, desfrutávamos de tudo isto com o ar mais respeitável e satisfeito do Mundo.
Um sábado a meio tempo, enunciava-se um jantarzito levezito, e eu aproveitei para contar que, no carro alugado, viera desde Margão a contar os cruzeiros que encontrava no caminho. (...)
Texto integral [aqui]Um sábado a meio tempo, enunciava-se um jantarzito levezito, e eu aproveitei para contar que, no carro alugado, viera desde Margão a contar os cruzeiros que encontrava no caminho. (...)
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1 Comments:
De Goa apenas conheço o caril... bem condimentado, com o picante a provocar a lágrima e o respectivo muco. Feito pela mão de D. Benedita, goesa tisnada pelas monções e alma de saudade... em Moçambique, no velhinho Lourenço Marques.
Até lhe sinto o cheiro e salivo pavlovianamente.
:)
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