1.5.11

A malta do "É gual ao litro"

ONTEM, na Av. Almirante Reis, uma equipa de calceteiros refazia imagens deste logótipo da CML que, nessa artéria, são às centenas. Usavam um molde, e pude reparar que o faziam bem (imagem da esquerda).
Ora, se dá tanto trabalho fazer bem como fazer mal, como é que se justificam casos como o da imagem da direita (foto de arquivo)?

4 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

A questão é sempre a mesma:

Estando em causa trabalhos na via-pública, os responsáveis pelo espaço que é de todos não podem fazer de conta que não é nada com eles.

Podemos admitir que os operários são pessoas com pouca qualificação e incapazes de ver se um triângulo está para a esquerda ou para a direita.
Mas não têm chefes? Não há encarregados? Não há fiscais?

Para que o trabalho seja pago ao empreiteiro, tem de haver alguém, da parte do Cliente, que o vai ver e assina um documento (que pode ser muito simples) a dizer que está bem.
Tanto quanto constatamos todos os dias (em Lisboa, pelo menos) essa fiscalização não existe. Os artífices trabalham em roda-livre (fazem bem ou mal conforme calha), e todos andam contentes.

Eu ainda alimento algumas ilusões de que, pelo simples facto de ajudar a pagar o trabalho deles todos, tenho o direito de exigir que ele seja bem feito (ou, pelo menos, que não contenha erros grosseiros).

1 de maio de 2011 às 15:24  
Blogger diogo said...

o sócrates também é chefe , e serve de alguma coisa ?

1 de maio de 2011 às 18:48  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Diogo,

Em termos de chefia, o Sócrates até é bom de mais! Veja-se como todos os ministros se borram com ele, incapazes de o contrariar!
O resultado (como sempre sucede nesses casos) está à vista, mas isso é outro problema.

1 de maio de 2011 às 19:12  
Blogger Táxi Pluvioso said...

Mais umas rotações e ficará numa suástica.

2 de maio de 2011 às 06:35  

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