13.5.05

Em socorro da indústria nacional

Não custa nada tentar...

(Anúncio no jornal «metro», de hoje)

E como diz um vendedor de lotaria aqui da minha rua:

«Quem sabe lá...! Quem sabe lá...!»

1 Comments:

Blogger Pólux said...

E será que estes exorcistas têm a licença peculiar e expressa do Ordinário (l), sem as quais nenhum padre de piedade e experiência pode exercer tal acto sacramental? É que é necessária muita piedade, experiência, integridade e prudência, para que o exorcizador saiba, sem margem para dúvidas, se o exorcizando está ou não possesso do demónio.
Como diz Vasco Pulido Valente, “o mundo está perigoso”. Há, pois, que ter muito cuidado, não fiquem as pessoas - colectivas ou singulares - pior do que já estão (sorriso). Mas, por outro lado, como dizia o saudoso Vítor Cunha Rego, “as coisas são o que são”, o que me deixa mais tranquilo.

(l) Ordinário (para que não haja equívoco como o que surgiu no Público) : superior eclesiástico (juiz eclesiástico, bispo, vigário geral). Palavras auxiliadas pela Grande Enc. Port. e Brasileira.

Abraço,

Pólux

13 de maio de 2005 às 20:44  

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