18.1.11

As escolas e os números

Por Nuno Crato

NA ÚLTIMA semana assistiu-se em Lisboa a uma série de encontros sobre educação que tinham uma singularidade: quantificavam os problemas. Pode ser estranho que esse facto seja sublinhado. Mas os debates, as análises e as reflexões sobre educação são frequentemente tão manchados pelo facciosismo e pela ideologia, e têm sido tão descritivos e especulativos, que usar números para analisar o ensino é, infelizmente, uma raridade que merece ser destacada. (...)
Texto integral [aqui]

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1 Comments:

Blogger José Batista said...

..."os professores devem ser seleccionados sobretudo com base no seu conhecimento das matérias que ensinam e não dos seus estudos de pedagogia"...

Ai Jesus! Jesus! Jesus! Professor Nuno Crato!
Então isto diz-se!?

Há lá coisa mais proveitosa do que os benefícios que temos retirado das chamadas "ciências da educação" e dos "institutos da educação" e das "escolas superiores(!?) de educação" e dos "especialistas de educação" (que não dão aulas nem conseguem ensinar jovens alunos?). E das "inovações" que se sucedem sucessivamente sem cessar, sem ninguém ir preso?

Onde é que já se viu?

Não se acautele, não. Depois não diga que ninguém (o) avisou...

18 de janeiro de 2011 às 16:32  

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