16.4.08

Fernão Lopes - ortografia do séc. XV
«O Primo Bazilio» - Eça de Queiroz - ortografia de 1878
«O Primo Balio» - Eça de Queirós - ortografia de 1993
ANTES DE MAIS, queria deixar bem claro que, para mim, podem fazer os acordos ortográficos que quiserem, incluindo coisas como a introdução, 'desintrodução' e reintrodução do "Y" que, como se sabe, já existiu, deixou de existir e vem aí outra vez.
Dito isto, deixo, apenas a título de exemplo, uma questão: o que é mais importante para um debate que envolva a defesa da língua portuguesa: uma discussão (no nosso bom estilo Benfica-Sporting) acerca do desaparecimento de uns quantos "C" e "P", ou perceber porque é que DESAPARECEM os livros de José Rodrigues Miguéis - como o «Léah e outras Histórias», referido por Joaquim Letria no post anterior?
*
Agora - e a propósito -, aqui vai o passatempo com prémio(s) de hoje:
1ª pergunta: em cima, vê-se uma fotografia das Escadinhas do Duque, em Lisboa, onde há uma boa quantidade de alfarrabistas. Porque será que ela foi tirada e aqui afixada?
Actualização: a resposta certa já foi dada por "Melo", a quem o prémio já foi enviado.
2ª pergunta: Estava previsto, como atrás se diz, colocar aqui uma 2ª pergunta. No entanto, ela mereceu um post próprio - ver [aqui].

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4 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

O prémio correspondente à 1ª pergunta é um exemplar do livro «A Magia de Ler», de José Marina e Maria de la Vágoma.

17 de abril de 2008 às 11:44  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Curiosidade: repare-se que, na 2ª versão de «O Primo Basílio» (Ed. Círculo de Leitores) consta a palavra "já", que não figura na 1ª (Edição do Centenário, 1946 - Lello & Irmão).

17 de abril de 2008 às 12:15  
Blogger Irina Melo said...

Os alfarrabistas da Calçada do Duque são ainda dos poucos locais onde se encontram os livros de José Rodrigues Miguéis...

17 de abril de 2008 às 12:22  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Melo,

Certo. Assim, envie então morada para sorumbatico@iol.pt para receber o livro.

NOTA: Claro que não é só nos alfarrabistas das Escadinhas do Duque que se encontram os livros de JRM. Mas é, essencialmente, em alfarrabistas.

17 de abril de 2008 às 19:07  

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