25.2.10

A tragédia da Madeira

Por C. Barroco Esperança

A CATÁSTROFE que atingiu a Madeira só espantou pela dimensão e violência da devastação que em poucas horas transformou a cidade do Funchal num campo de lama e de morte, imagem de uma batalha perdida contra a fúria da água e do vento.

Seria de mau gosto fazer, com o sofrimento dos madeirenses, o obsceno aproveitamento político que alguns abutres, agora silenciosos, fizeram com a tragédia da ponte de Entre-os-Rios, mas é altura para o diagnóstico sobre as causas que ultrapassam os fenómenos naturais cujo número, dimensão e intensidade ameaçam agravar-se com as previsíveis alterações climáticas. (...)
Texto integral [aqui]

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4 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Sobre este tema, vale bem a pena ler um texto premonitório escrito há mais de 25 anos por um Eng.º Silvicultor, e publicado no «DN» do Funchal - ver [aqui].

25 de fevereiro de 2010 às 09:38  
Blogger Carlos Esperança said...

CMR:

Obrigado pelo link. Eu não saberia colocá-lo.

25 de fevereiro de 2010 às 16:19  
Blogger A. João Soares said...

Estamos perante uma Tragédia que faz pensar. A lição deve ser meditada e aplicada na prevenção de casos do mesmo género que podem ocorrer noutros locais embora com menor gravidade. Há que respeitar o leito de cheia, há que adaptar as soluções à força da Natureza.
Veja o link atrás

Cumprimentos
João

25 de fevereiro de 2010 às 17:46  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Já agora, uma curiosidade:

Aquando das inundações de Novembro de 1967, o número de mortos (600 a 700!) incomodava de tal forma o regime que ficou célebre uma directiva da Censura para os jornais:
«A partir de agora, não há mais mortos!»

25 de fevereiro de 2010 às 20:36  

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