30.9.11

Memórias Fardadas

Por A. M. Galopim de Carvalho

NEM SEMPRE gostei de matemática. Aprendi a tabuada com a minha mãe que, enquanto costurava, me mandava recitá-la desde o dois vezes dois, quatro ao nove vezes nove, oitenta e um, numa cantilena de que a minha geração se lembra com saudade. Na escola primária, vá que não vá. A aritmética e a geometria prenderam a minha atenção e até gostei de fazer aqueles problemas complicados, na 4ª classe (4.º ano), de um tanque com 6,50 m de comprimento por 3, 20 m de largura e 1,75 m de fundo, recebe água de uma torneira, à razão de 7,5 litros por minuto. Quanto tempo demora este tanque a encher, até transbordar? (...)

Texto integral [aqui]

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3 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

(teste)

1 de Outubro de 2011 10:03  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

O comentário seguinte, da autoria de R. da Cunha, não está a aparecer (não sei porquê).
Mas aqui fica:


«O problema do tanque era, se bem me lembro, um pouco mais complicado, já que o mesmo não estava tapado e perdia água a x litros por minuto».

1 de Outubro de 2011 13:59  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Resposta enviada pelo autor:


«Tem toda a razão. Esqueci-me desse importante pormenor.

Obrigado»

1 de Outubro de 2011 15:18  

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