21.9.11

A Chemex

Neste texto há algo estranho, não há?

12 Comments:

Blogger Matrioska said...

Por onde começar? «rabo do olho»? «187 graus»?...

21 de setembro de 2011 às 12:21  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Noutras partes do livro (trata-se de «Os quatro suspeitos», de Ellery Queen»), a tradutora até se desembrulhou bem com as conversões de milhas e galões em quilómetros e litros...

(Claro que não podia faltar, algures, o «à» do verbo «haver» - mas, quanto a isso, parece que nada se pode fazer...)

21 de setembro de 2011 às 12:30  
Blogger João Pereira da Silva said...

Neste caso o "à" não deve ser do verbo haver...

21 de setembro de 2011 às 13:45  
Blogger Campo que não pode ficar em branco said...

Aquecer a água a 187º ????
Isso a mim parece-me estranho

21 de setembro de 2011 às 14:09  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

J.P. Silva

Esse erro (normalmente sob a forma «à tempos...») é tão frequente (especialmente em traduções), que já quase deixei de o referir.

21 de setembro de 2011 às 14:09  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Claro que os 187º são Fahrenheit, correspondentes a cerca de 86ºC.

ºC = (ºF - 32) / 1,8

21 de setembro de 2011 às 14:12  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

O leitor P.M.R. enviou, por mail, o seguinte comentário, perfeitamente pertinente, embora o valor em causa pareça exagerado:

«Atenção à temperatura da água no café:
No café expresso a temperatura do VAPOR da água excede os cem graus e trabalham com pressões elevadas.
Também as altas pressões podem garantir maior temperatura de ebulição».

21 de setembro de 2011 às 19:30  
Blogger lidiasantos almeida sousa said...

Coitada da Senhora é mesmo frustrada, poderia viver na "old albion" passear pelos parques, escrever livros desinteressantes, porque o mais invulgar é aquele em que revela os seus traumas de esqueletos no armário, e ainda..............tem de suportar o misantropo marido, perdido no labirinto das estatisticas, que ninguém lê mas dá para ganhar umas massas a trabalhar numa Fundação para o merceeiro podre de rico, descontar nos impostos. Como bom misantropo que é, ele a sua augusta e very british esposa, poderiam convencer o nababo a fazer uma associação com creches, infantários e escola do ensino básico. Dou-lhe como modelo a ASSOCIAÇÃO ESTHER JANZ, falecida esposa de um Suiço Judeu, que veio para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, montou uma Fábrica perto de Marvila e vendo a miséria à sua volta, sua filha fundou essa ASSOCIAÇÃO, onde são acolhidos os filhos de todos os empregados sem excepção e dali vão para o Secundário. Ainda mandou fazer instalações para acolher crianças necessitadas da Freguesia de Marvila. Podem pesquisar no Google com o nome da Associação. Este Senhor e agora os seus
descendentes são um exemplo para os poderosos portugueses que só sabem dizer mal dos empregados ameaçando que levam as empresas para outros Países. Absurdos e pernósticos. Fora com as Monicas.

21 de setembro de 2011 às 19:46  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Suponho que o comentário de Lídia Sousa se destinava ao 'post' a seguir a este, pelo que foi reencaminhado para a MFM.

21 de setembro de 2011 às 20:00  
Blogger António Viriato said...

Malandrice do nosso amigo Medina.

Faltava dizer que o texto provinha do mundo anglo-saxónico, o que tal que ainda hoje reluta em aderir ao SI de unidades.

E tudo por causa da maldita Revolução dos Franceses...

Bom momento, amigo Medina.

21 de setembro de 2011 às 23:29  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Apesar de as moedas referidas no livro serem sempre dólares, na pág. 94 o investigador (Mervyn)dá uma gorjeta de 50 escudos...

22 de setembro de 2011 às 08:48  
Blogger lidiasantos almeida sousa said...

Supôs e muito bem, agradeço o encaminhamento que fez do meu comentário para a pernostica MFM, QUE FELIZMENTE, anda arredada das televisões, agora que o caturra Medina se zangou com o Crespo.
A ultima vez que a vi, o Crespo pela enésima vez falava dos lucros que o Cavaco e sua excelsa filha obtiveram com as acções não cotadas do BPN, perguntando a opinião da Monica. O Caturra, dizia Oh Crespo ela não percebe nada de investimentos e não foi isso que combinamos durante toda a noite falar, mostre os gráficos. Mas os gráficos não foram feitos pelo Silva Lopes? Isso agora não interessa não foi isso que estivemos a combinar, fale da educação que está pelas ruas da amargura e disso a Mónica percebe.
Belo humor rasca que estas criaturas proporcionavam e se juntarmos o Duque, o Cantigas,o merceeeiro do Pingo Doce e outros economistas de pacotilha que se recusaram a ir para o Governo que tanto desejavam,só posso dizer, belos tempos. AGORA É UMA SENSABORIA.

22 de setembro de 2011 às 15:49  

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