25.7.05

O Vedor

NÃO sei se algum dos meus amigos já viu um vedor a trabalhar...É uma coisa impressionante, que desafia a credibilidade, a imaginação e até - por vezes - o simples senso comum.
Pois, se não viram, não sabem o que perdem! Eu já vi.

O homem pega num raminho ("Não pode é ter resina!") tira-lhe as folhas reduzindo-o à condição de varinha, segura-o de determinada maneira, e começa a andar...

Depois, com um pouco de sorte para o dono do terreno e para ele, a vara começa a torcer-se toda, sinal inequívoco de que "Há água!".

(Texto completo em "Comentário-1")

19 Comments:

Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

I - O Vedor

Não sei se algum dos meus amigos já viu um vedor a trabalhar...
É uma coisa impressionante, que desafia a credibilidade, a imaginação e até - por vezes - o simples senso comum.

Pois, se não viram, não sabem o que perdem! Eu já vi.

O homem pega num raminho ("Não pode é ter resina!") tira-lhe as folhas reduzindo-o à condição de varinha, segura-o de determinada maneira, e começa a andar...

Depois, com um pouco de sorte para o dono do terreno e para ele, a vara começa a torcer-se toda, sinal inequívoco de que "Há água!".

Já experimentei. Mas comigo não dá...

Por isso, quando um dia precisei de abrir um furo num pequeno terreno que tenho em Sintra, fiquei indeciso se havia de consultar um cientista ou um desses estranhos sábios...

A minha formação técnica empurrava-me para a primeira hipótese, mas o meu lado irracional empurrava-me para a outra.

E não tencionaria contar isto a ninguém (até leio a "Science & Vie" onde os vedores são desancados todos os meses!) se não se tivessem passado algumas coisas esquisitas que passo a contar...

II-A Feira

Era no segundo domingo de Setembro, dia de feira na Vila.
E lá estava eu, armado em agricultor de fim-de-semana, a pedir palpites sobre as couves a plantar e a fazer de entendido no que se referia a enxertos de videira.

E era precisamente na zona onde se vendiam as árvores que estava armado o burburinho!

Dois vedores disputavam entre si os seus méritos, cada um deles arengando a superior excelência dos seus processos.

E um senhor idoso, que morava mesmo ali em frente e todos diziam ser Marquês, resolveu intervir, pacificar os ânimos, e esclarecer os espíritos:

Ambos iriam, ali mesmo, exibir as suas artes e ver se haveria água.
Aceite o desafio, um deles apanhou um ramo de uma árvore do jardim e, rapidamente, despojou-o das folhas.
Quanto ao outro, limitou-se a baixar-se e a apanhar uma pedra que nem sequer pareceu escolher com muito cuidado.

Pela estranheza do acto, foi este quem suscitou as atenções gerais.
E já o primeiro dizia "Aqui há água!", e ainda o segundo, calmamente, metia a mão ao bolso, tirava um cordel e fazia um pêndulo com a pedra!

Puxou o boné para trás, deixou morrer a beata ao canto do lábio, e concentrou-se no que havia de ser o movimento galilaico.

Foi com particular suspense que as pessoas o viram aproximar-se, a passo manso, do sítio onde o rival o aguardava, vitorioso, com a varinha torcida.

Mas nada! O pêndulo, ali, não tugia nem mugia!

E as pessoas afastaram-se, ovalizando o círculo que se formara, quando ele, ignorando os assistentes e parecendo decifrar estranhas mensagens do Além, se dirigiu para um portão.

Era precisamente a casa do senhor Marquês, que se apressou a servir-se da chave no seguimento do que, qual sonâmbulo, o Malaquias (pois assim se chamava o suposto vedor) entrou lentamente pela quinta adentro.

Não foi preciso andar muito até que o pêndulo se pôs a oscilar.
Primeiro imperceptivelmente… depois com um pouco mais de genica… em seguida quase parando… para desatar finalmente num corrupio louco!

"É aqui" limitou-se ele a dizer, pigarreando e enrolando a guita, depois de atirar fora a pedra e a beata, dando a sua missão por terminada.

As pessoas ficaram a olhar umas para as outras.

Afinal, o que parecia vir a tornar-se numa acesa disputa acabava de forma pífia, pois não iria ser fácil comprovar-se quem tinha razão...

Mas nem sempre o que parece é!
Porque o Senhor Marquês, de olhos brilhantes e desorbitados, aproximou-se do Malaquias e sussurrou-lhe com voz tremente:

«Quanto é que você quer para vir trabalhar aqui para a quinta?»
É que o homem, sem o saber, farejara com o seu pêndulo - e localizara com precisão…- a adega subterrânea da quinta!

III-O Telemóvel Mágico

Mas falta ainda o melhor da história:

Como eu não precisava de quem me descobrisse vinho no terreno mas sim água, procurei o homem da varinha que tinha ficado do lado de fora do portão, impávido no seu local, qual caçador garantindo a posse da sua presa.

Mas, decerto abatido pela falta de atenção do público que já julgara seu, afastara-se.

Fui dar com ele, dias depois, choroso e triste, sentado num banco de pedra junto à "Tasca do Marcelino", mesmo ao lado do rival.
Os amigos metiam-se com ambos:

«Ó Chico Chalupa! Vê lá mas é se fazes como o Malaquias! À força de estar aqui na tasca já nem encontra água!»

Mas o Chico estava mais abatido do que nunca:

«Sabem o que é que me lixa? É que a minha vara deixou de funcionar!»
Não era possível! Logo agora que eu o ia contratar, é que ele perdera os seus misteriosos poderes!

Sim, porque eu tivera o cuidado de me informar, junto dos Serviços Municipalizados, que no sítio onde todos víramos a varinha torcer-se passava, de facto, uma grande canalização de esgoto!

Mas até esse facto já era de todos conhecido e motivo de chacota.
E dizia-me um velhote, na sua pronúncia saloia, engasgando-se e provocando a gargalhada geral:

«Ó meu amigo! Se vocemecê procura vedor para água, o melhor é ir para outras bandas… Os daqui são especiais! Um, só encontra vinho tinto, e o outro só topa com mijo branco!»

Mas o Chico estava mesmo abatido e não achava graça a nada...

E continuava outro velhote:

«Olha lá, ó Chico, então andas preocupado com a tua vara, que já não funciona?! Deixa lá… Olha… eu já nem penso na minha!»

E afastei-me. Não porque me incomodasse o rumo brejeiro que a conversa se aprontava para levar, mas porque tinha pressa de descobrir - fosse onde fosse - um desses vedores milagreiros...

Agora veja-se a minha cara quando encontrei, pregado numa árvore, um pequeno anúncio que - limpos que fossem os erros de ortografia - diria assim:

«Vedor por telemóvel - TM: 9...»

Só faltava esta!

Já haveria desses artistas em tele-trabalho?!

A curiosidade foi forte demais, e não descansei enquanto não cheguei a casa e lhe telefonei.

O homem recusou-se a explicar como é que fazia o seu trabalho, é claro, e eu também não insisti.
Quando ele quis saber onde era o terreno, eu imaginei-o, (usando estranhas artes de magia que me faziam sentir sumamente ridículo do outro lado do telefone) a observar um mapa da zona e a descobrir, numa planta à escala "um-para-qualquer-coisa" onde é que eu havia de fazer o buraco!

«Então eu já vou aí dizer a Vossa Excelência o sítio do furo»

Fiquei parvo!

Mas resolvi proteger-me:

Iria propor ao homem, quando ele chegasse, que - caso não houvesse água no sítio quer ele indicasse (e assentaríamos numa profundidade a não exceder) - não lhe pagaria.
Passada uma hora, vejo chegar uma bicicleta.

Ao princípio não o conheci… mas era o Sr. Malaquias!

«Só me faltava agora esta ave!» - pensei eu! «Logo agora, que o médico me proibiu de beber, é que me aparece este gajo!»

«Só me paga se encontrar água até 10 000 metros. Eu digo-lhe onde é que você faz o furo, e depois, quando estiver feito, venho cá ver se me deve alguma coisa. Está bem assim?»

Assentámos no preço e esperei.
E então, quando eu pensava que ele me ia indicar de imediato o fruto do seu trabalho de tele-vidente, sacou do bolso e pôs em acção o pêndulo que já trazia preparado:

Na ponta duma guita, pendurado pela antena… decerto adivinham o que estava!

25 de julho de 2005 às 13:40  
Anonymous Anónimo said...

Pois eu acredito que algumas pessoas têm certos poderes "especiais". Na minha longínqua aldeia minhota havia um velhote(já falecido) que me habituei a ver no seu passo balanceado, percorrer os campos em várias direcções e dizer: "É aqui! A 6 metros já há agua, mas o veio principal passa a 10 metros de profundidade e vai sair naquele ribeiro, além". A última vez que o vi fazer tal coisa foi para uma irmã minha, já eu estava em Lisboa há vários anos e tinha concluído o meu curso universitário. Disse exactamente as palavras que escrevi acima. O meu cunhado abriu um poço até 7 metros de profundidade e não precisou (nem pôde) escavar mais, tal era a quantidade de água. Decorridos cerca de 20 anos, o poço tem dado para consumo e para regar a horta, que é bem grande, por sinal. O tal velhote só fazia o serviço de graça, para amigos, não havendo memória de que alguma vez tenha falhado. E ofereceu-se voluntariamente à minha irmã, que conhecia desde que ela nasceu, depois de ter visto um "profissional", pago a peso de ouro, indicar um outro lugar que, segundo ele, constituía uma ramificação insignificante do veio principal. Eu ainda tentei, com a mesma varinha dele (em V), mas não deu nada. E o comentário que obtive foi um risonho "isto não se aprende na escola, sr. doutor". Bem haja, porque a água é muito boa para consumo (é analisada periodicamente)e, mesmo no verão, parece saída do frigorífico. É evidente que as profundidades anunciadas variavam de acordo com o local. No caso em apreço, foram as referidas. No entanto, nunca eram muito elevadas, porque naquela zona não havia furos: apenas poços ou minas,
CC

25 de julho de 2005 às 14:12  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

CC,

De facto, pude observar cuidadosa e demoradamente dois casos com varinhas.

Curiosamente davam resultados ligeiramente diferentes no mesmo quintal.

Não sei se indicavam água ou vinho, mas o certo é que as varas (e pude mexer-lhes à-vontade) torciam-se com tal força que os homens se viam atrapalhados para contrariar o seu movimento.

Deve haver uma interacção qualquer dos dipolos da água com o magnetismo terrestre ou com qualquer coisa da madeira ou do corpo humano.
Porque não dá com qualquer tipo madeira, e o conjunto braços da pessoa + ramo tem de formar um arco.

25 de julho de 2005 às 22:23  
Blogger heidy said...

Eu não sei explicar. Mas que os antigos sabiam coisas, não tenho duvidas. O mais incrivél, é que não iam à escola. Aprendiam com a lei da natureza. Era pura sapiência.

26 de julho de 2005 às 00:33  
Anonymous Anónimo said...

Recordo-me de quando era menino e moço, já tenho 65, que na altura a "maquinaria" existente era a "braçal" e a água era já na altura um bem precioso. "Minar", para se encontrar água, era a solução. Mas minar onde? Recordo o meu "Velho" com uma vara de vime, numa pequena propriedade que ainda hoje conservo com muito carinho, lá ia de encosta em encosta procurando que o vime se torcesse. Hoje para gáudio dos amigos e familiares lá lhes faço umas demonstrações. Uma coisa posso garantir, com a água dá resultado, com o petróleo não sei!
Seria talvez oportuno que do "Choque Tecnológico" fizesse parte o reavivar das antigas "Tecnologias"!

26 de julho de 2005 às 02:09  
Blogger heidy said...

Sempre era mais natural. E não faziamos tanta poluição. (digo eu, uma menina de 31 anos)

26 de julho de 2005 às 16:35  
Anonymous Anónimo said...

Caro Nuno Crato
regressei hoje de férias, onde assisti em Tondela ao trabalho de um "vedor" seguido da concretização do furo pela agência de águas que lhe pagou o serviço após a descoberta de água.
Percebi que o ramo que utilizam é preferencialmente de oliveira, podendo também usar-se o castanheiro.V
Consegue dar-me uma explicação cientifica para o ocorrido? O curioso é que parece funcionar ultrapassando várias camadas diferentes de rochas!
Se tiver alguma explicação por favor responda-me para:
soares.almeida@sapo.pt
Um abraço de um admirador da sua coluna no Expresso
Luís Miguel Soares de Almeida

28 de agosto de 2005 às 19:53  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Caro Luis Soares de Alneida,

Este texto não da autoria do Prof. Nuno Crato mas sim minha.

28 de agosto de 2005 às 20:02  
Blogger gabriel said...

Achei piada ao tema
Em tempos idos, 30 anos talvez, era eu criança e tambem gostava tal como algumas pessoas lá da terra (Amarante) descobrir onde haveria água no subsolo.
Experimentei vime, carvalho, videira e nada.
É que eu sabia que cada pessoa usava o seu tipo de material.
Até que, um tio meu, emigrante em França me disse: "Olha rapaz, lá em França os vedores detectam a água com dois pedaços de arame em forma de L".
Técnica explicada, tecnica executada.
E não é que deu resultado!!!!???
Serei vedor?

18 de outubro de 2005 às 14:33  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Gabriel,

Tanto quanto sei, ainda não há explicação definitiva para o fenómeno.

Sabe-se que, de facto, as "varinhas" torcem, mas não se sabe ainda porquê.

Nem sequer é certo que seja por causa da água, pois, em princípio, água aparece sempre - desde que se fure até uma profundidade suficiente.

Terá a ver com o magnetismo terrestre?
Com correntes eléctrica no nosso corpo?
Mistério...

18 de outubro de 2005 às 14:37  
Blogger Patricia said...

Ola!!
Sou uma aluna de Ciencias Biomedicas da UBI (Covilha). Hoje tive um seminario sobre medicina bioenergetica. Podem pensar que não tem nada a ver ocm o bloque mas tem.. começamos a falar sobre energia do ser humano, seus shakras e a conversa foi parar em algo xamado radioestesia, que não é mais do que a sensibilidade de uma pessoa às vibrações. Essa sensibilidade prova-se com esse exercicio da vara ou do pendulo.. numa assitencia de 60 pessoas eu e um professor concluimos que possuimos essa capacidade. coloquei um pendulo de cristal sobre um telemovel (emite ondas)e quando parei de tremer o pendulo começou a andar para a eskerda e para a direita (nas restantes pessoas o pendulo andou em circulo). pelo que percebi isso provou que eu tinha a capacidade. depois falaram do tal exerccio da vara. por acaso os meus avos tem uma quinta e eu e a minah ame conseguimos detectar agua com uma vara. xD pelos vistos a agua tambem emite vibraçoes.. contudo , ainda nao sei porque estes fenomenos acontecem, mas gostava de saber xD abraço.. se quiserem contactar patricia_valerio89@hotmail.com

13 de dezembro de 2007 às 23:08  
Blogger Unknown said...

quando eu era adolescente ouvia o meu pai a falar de vedores e disse-lhe que gostava de ver para acreditar. um dia o meu pai queria fazer um poço e entao convidou um vedor - o Dr trincão era assim conhecido pelas suas habilidades. lá o vejo a andas perpendicularmente ao mar a dizer " quero agua" chegado a um local a ponta da vara bifurcada parecia uma criança a querer ir para o chão. repetiu isto 3 vezes a confirmar e disse uma boa veia a 40 pés. Depois disse "nao quero agua quero pedra" e a Varinha nada! tenho a dizer que foi certinho e direitinho.
Foi tb a casa do meu avô ( a cerca de 30 km para o interior) e a mesma coisa"
lembro-me de lhe perguntar que assim podia descobrir petroleo e ele disse-me: - descobrir já descobri mas está a muita profundidade.
caros amigos este senhor agora já falecido, não só disse onde passava as veias,o que ia encontrar pedra ou pedra podre como lhe chamava ou terra, como a profundidade.

9 de fevereiro de 2009 às 21:16  
Blogger Figueiredo said...

Caros Senhores, nao posso deixar de fazer o meu comentario!
Desde muito pequeno que assisto ao meu pai a fazer essas vedações.
Com a vara, com fio e um régio etc.
O mais curioso é que ele consegue identificar a passagem da agua,
com um olhar concentrado para o terreno.
Ainda mais curioso é que nos meus 35 anos nunca o vi falhar uma única vez!!
Trata-se do Sr. Américo de Figueiredo. 967025230

14 de setembro de 2010 às 01:18  
Blogger Alex said...

Achei todos os comentários interessntes. Achei muito curioso os temas abordados numa cadeira do curso de ciências biomédicas.

No entanto a aluna Patricia escreveu "quando parei de tremer o pendulo começou a andar para a eskerda e para a direita (nas restantes pessoas o pendulo andou em circulo). pelo que percebi isso provou que eu tinha a capacidade."

E a minha pergunta é: Porquê?

E acho que ninguém até hoje é capaz de responder de forma clara, precisa e quantitativa. Não existe mecanismo conhecido.

Segundo sei (e é pouco), tentativas de medir estatisticamente a taxa de sucesso de um vedor deram em nada, algo semelhante a atirar uma moeda ao ar (podem sair 3 vezes cara, mas se repetirmos os testes a probabilidade cai para 50% de acertar cara ou coroa).

Mas será que realmente há uma ligação invisível que une o vedor à água (ou à pedra, ou a qualquer objecto, até, que decida procurar?)

Mistério.

25 de outubro de 2010 às 12:28  
Blogger Unknown said...

Pois bem tenho estado a ler alguns comentários sobre Vedores. Respondo pois tambem sou vedor. Com rebento verde de oliveira,com pêndulo, com varetas de metal em L e até ainda com menos precisição mas consigo , mãos livres.Confesso o modo que mais me impreciona é o rebento de oliveira, dobra-se todo dando uma volta de180 graus até partir nas mãos.Concigo saber a que profundidade se encontra a água e até quantos litros debita por hora.Com o pêndulo e uma planta de localização posso assinalar no papel o local onde se encontra a veia de água a nascente.Magnetismo animal MESMER.

6 de julho de 2012 às 00:24  
Blogger Unknown said...

Para o amigo Alex e a menina Patricia:1ª quanto ao pendulo,é necessário estabelecer com o pendulo um código mental antes de mais.Antes de fazer experiências .Ex movimento de vai vem quer dizer que ... pendulo girar para esq...quer dizer... rodar para a direita...(
ex.sim não e talvez.)Só depois de estabelecer o CODIGO .pode experimentar.Note tem de ter o cuidado de não influênciar mentalmente o pendulo seijam onéstos com vosco. (dá para tudo se forem onestos ...os médicos em França temem os Radiostesistas ou vedores,e há médicos que usam o pêndulo...ás escondidas.Procurem Radiestesia tenho 8 livros

6 de julho de 2012 às 00:57  
Blogger Unknown said...

Sr Horácio Fernades.
Consegue saber a profuncidade da veia? e o caudal?. Normalmente os vedores detectam água mas não garantem a profundidade.

4 de setembro de 2012 às 12:09  
Anonymous Anónimo said...

Então e afinal o que tem o Vedor a haver com o horrivel Português que se escreveu nos comentários?

Para uma estudante de Biomédica por exemplo, é inadmissível o pobre Português que usou. Melhor dizendo é vergonhoso. Será do frio da Covilhã?

15 de março de 2016 às 22:59  
Blogger Geremias said...

Bom dia!

Não sou adivinho. Se o fosse já tinha encontrado a chave certa em jogos de fortuna e azar, mas localizo água no subsolo sem qualquer dificuldade apenas utilizando um simples material que seja um dos constituintes que se encontram nos locais onde a água está no subsolo parece estranho não é?
Para quem gosta de física e química, entende perfeitamente o que estou a dizer. Os efeitos que as grandes concentrações destes materiais provocam na natureza, são fáceis de detectar quando utilizamos materiais com um alto teor desses constituintes. Assim, qualquer metal reage com a aproximação aos constituintes metais. Se for ramos de árvores, são obrigatoriamente verdes para possuírem grande condutibilidade. Todos estes materiais localizam a água porque os constituintes que os compõem são correspondentes aos constituintes que se encontram em grandes concentrações no subsolo onde há agua ou outros materiais com um alto grau de condutibilidade.
Eu também localizo a água identifico com precisão a profundidade. Só trabalho para mim. Já abri alguns poços, todos com resultados positivos.
Deixo esta explicação apenas para apelas pessoas que não querendo saber como se faz, apenas tentam denegrir o trabalho das pessoas que se empenham nesta área, chamando-os de «Bruxos». Se não são capazes terão que apreender, aliás como acontece em tudo na vida.
A condutibilidade é inversamente proporcional e resistividade e pode ser detectada apenas com simples material como ele existe na natureza. não necessitando de qualquer instrumento.
Explicação muito simples a que os vedores profissionais também não estarão muito interessados em que seja divulgada, pois o ganha pão deles depende também da aplicação deste conhecimento empírico ou se utilizar equipamento especial concebido para o efeito designamos-lo conhecimento cientifico.

Bom Natal
Lopes


17 de dezembro de 2017 às 10:17  

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