18.1.08

Actividades bancárias

À FORÇA DE TANTO OUVIR FALAR de bancos resolvi-me, finalmente, a tratar destes dois, muito em especial de um deles, que bem precisado estava.
Recorri, para isso, a umas peças do outro e, com umas marteladas da esquerda e outras da direita, a coisa lá se arranjou - pelo menos ao gosto de quem neles se senta, que é o que importa. E com bons apoios por trás, então, nem vos digo nada!

2 Comments:

Blogger Jack said...

Ao ler pela primeira vez este “post”, fiquei com uma leve impressão que o seu autor se estava a referir à CGD e ao BCP. Mas não, como é por demais evidente, nunca poderíamos comparar realidades completamente distintas. Vê-se perfeitamente que ambos são uma espécie de bancos, é verdade, mas não passam disso. Ambos precisam de um bom arranjo, está bem, não nego. Também aceito que se nos bancos-jardim houve uma espécie de troca de peças, nos outros, isto é, nos bancos-bancos, as peças foram trocadas sem qualquer pudor. Claro que não faltaram as marretadas à esquerda e à direita, mas enfim, é o que mais se vê hoje em dia e, troca-se de martelo como quem troca de partido. Mas, o mais importante, a final, é verificar que todos se instalam comodamente no centro (do banco). Os apoios fazem falta, oh! se fazem, mas como dizem na minha terra “com eles o banco não arreia”.

18 de janeiro de 2008 às 23:38  
Blogger R. da Cunha said...

Pelo menos um dos bancos não me oferece muitas garantias, pois não vejo nenhuma árvore a segurá-lo. Também não tenho a certeza se a árvore não estará já para o velhote.

18 de janeiro de 2008 às 23:46  

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