6.4.09

Ainda o «Gran Torino» - Passatempo com prémio

«Se o leitor quisesse convencer alguém a ir ver o filme Gran Torino, que argumentos usaria?»
O autor da melhor resposta que seja dada a esta pergunta até às 20h de quinta-feira, 9 Abr 09, receberá um exemplar do livro «Quem é Quem no Cinema e no Vìdeo»
Como habitualmente, este passatempo é feito em colaboração com o blogue Cine-Australopitecus.
Sugestões: ver a crónica «Clint Eastwood», de António-Pedro Vasconcelos (com o trailer oficial) e um extracto mais longo [aqui].
Na imagem: um Ford Gran Torino de 1972, a 'personagem' que deu o nome ao filme.
Actualização (9 Abr 09 / 23h03m): o júri decidiu atribuir o 1.º prémio a Joana Dias (que receberá o livro indicado). A Heresias e Helena foram atribuídos, respectivamente, o 2.º e 3.º prémios (livros policiais da Vampiro). Pede-se-lhes que escrevam para sorumbatico@iol.pt indicando morada para envio dos livros (seguirão na 3.ª-feira). Obrigado a todos(as)!

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7 Comments:

Blogger Heresias said...

Só a assinatura de Clint Eastwood é um passaporte para o Grand Torino.
Tenho dito.

7 de abril de 2009 às 11:55  
Blogger Carlos Medina Ribeiro said...

Repare-se na economia de meios com que o filme foi feito:

Uma dúzia de actores, outros tantos figurantes, 4 carros, 1 cadela, 2 casas e ZERO de efeitos-especiais... e o resultado é um filme de 1h50m que nos marca bem fundo.

7 de abril de 2009 às 13:40  
Blogger Unknown said...

Odeia sentir-se racista? Veja o filme Gran Torino, as entranhas da sociedade americana, de Clint Eastwood, zangue-se com os verdadeiros mauzões e reconcilie-se com a sua marginalidade.
Lena

7 de abril de 2009 às 14:18  
Blogger AF said...

Clint Eastwood é um excelente actor e realizador. Mesmo se desta vez - e o pecado capital deve ser meu - acho que falta subtileza ao filme, vale bem o preço do bilhete só pelas cenas em que o vemos resmungar, rosnando entre dentes.

7 de abril de 2009 às 15:06  
Blogger Rui Pascoal said...

Mais do que os conflitos raciais, geracionais, ou internos e os problemas do homem em sociedade, este filme mostra-nos o que há de melhor e pior no Ser Humano.

8 de abril de 2009 às 11:47  
Blogger Joana Dias said...

Quando um filme é simultaneamente sobre a multiculturalidade que forma a América (e o Mundo) actual e a descoberta da bondade intrínseca ao ser humano, sem artifícios ou moralismos, sem excessiva brandura ou sentimentalismo, sabemos que temos de o ver.
Isso é Gran Torino.

9 de abril de 2009 às 17:35  
Blogger Mg said...

Há um ou dois nomes "consagrados" do cinema (principalmente um), cuja obra (por razões diversas) me é completamente indiferente.
Não é o caso. Falar de um filme em que Clint Eastwood tenha dado o seu contributo, é, por norma, sinónimo de qualidade e de umas horas bem passadas em frente ao ecrã.
CE é, por direito e talento próprio, figura incontornável do mundo do cinema, razão pela qual não se torna necessário apontar razões especiais em jeito de recomendação do filme.
É mais um daqueles casos em que, para fazer uma refeição divinal não é necessário uma diversidade imensa de alimentos: basta que o cozinheiro seja competente.
E, no caso em apreço, Clint Eastwood é cozinheiro de mão cheia!

9 de abril de 2009 às 18:38  

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