2.10.19

Apontamentos de Lagos - Calhaus rolados

Calhaus rolados usados na restauração do cemitério medieval.
Faz agora um ano que, no Correio de Lagos, reclamei contra isto. 
Está tudo na mesma, claro...

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10.7.19

Apontamentos de Lagos - Caixas da EDP

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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8.7.19

Apontamentos de Lagos - Caixas da EDP

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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6.7.19

Apontamentos de Lagos - Caixas EDP

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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4.7.19

Apontamentos de Lagos - Ecopontos

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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1.7.19

Apontamentos de Lagos - Ecopontos

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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29.6.19

Apontamentos de Lagos - Bebedouros

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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26.6.19

Apontamentos de Lagos - Papeleiras

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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24.6.19

Apontamentos de Lagos - Papeleiras

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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21.6.19

Apontamentos de Lagos - O 10 de Junho

Colaboração no "Correio de Lagos" de Junho de 2019

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5.6.19

Apontamentos de Lagos

Colaboração no CORREIO DE LAGOS de Maio

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2.6.19

Apontamentos de Lagos

Colaboração no Correio de Lagos de Maio de 2019
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Toda a gente sabe que as lâmpadas fluorescentes, ao fim de algum tempo, começam a disparatar e têm de ser substituídas. Imagine-se, então, uma CENTENA delas (com os correspondentes arrancadores e balastros), acesas durante mais de 4000 horas por ano — é o caso deste monumento ao 25 de Abril que, para manter a sua dignidade, teria precisado de exigente manutenção, mobilizando electricistas, pedreiros e jardineiros. Não tendo sido assim, o resultado, ao fim de 20 anos, está à vista de todos: nem metade das lâmpadas acendem.
Quanto ao preço que a recentemente anunciada recuperação vai custar aos lacobrigenses, que ninguém se assuste: serão “apenas” 138.000 €, e certamente que o dinheiro da venda da lenha das 35 árvores, cortadas na rua ali ao lado, será uma boa ajuda.

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27.5.19

Apontamentos de Lagos

No 30.º Aniversário do 25 de Abril, a CML inaugurou este monumento a Salgueiro Maia, na rua com o seu nome, sendo o pedestal e o correspondente busto iluminados por dois holofotes. 
E estaria tudo muito bem, se não se desse o caso de, a certa altura, o da direita (muito apropriadamente...) ter sido desligado, pois alguém resolveu aplicar, ali, o chamado «Plano de Contenção Energética» — como se podia ler no autocolante de que, por sinal, ainda lá há vestígios. Portanto, quando, mais tarde, a outra lâmpada se fundiu, o Dia da Liberdade foi comemorado da forma que a foto da esquerda mostra. Este ano, no 45.º aniversário da mesma data, o monumento apresentava o aspecto que aqui se documenta, voltando a receber apenas luz da esquerda — e, nesse aspecto, não há nada a dizer, pois assim é que “bate tudo certo”... 
Quanto aos cravos vermelhos que se vêem junto ao busto, eles foram ali colocados por um anónimo, por contraponto às coroas de flores que, em Lagos, estão reservadas para a estátua do Infante — que, essa sim, tem sempre direito, a 13 de Novembro, a reportagem e fotos para a posteridade. 
Apesar de tudo, e pelo que conhecemos do generoso herói, achamos que ele preferiria ficar assim — discreto, fora das luzes da ribalta, e, claro, bem longe daqueles que são o oposto de tudo o que ele foi e representou. 
NOTA: julgamos que não teria encarecido a obra colocar o par de datas 1944-1992 que, aliás, é o mínimo que se exige num monumento destes. 
"Correio de Lagos" de Maio 2019

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22.5.19

Apontamentos de Lagos

Colaboração no CORREIO DE LAGOS de Maio 19

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9.5.19

Apontamentos de Lagos


Colaboração no COREIO DE LAGOS de Abril 2019
Publicado pela mesma Câmara Municipal que corta as árvores da cidade às dúzias de cada vez... 
(Este ano, logo a seguir ao Dia da Árvore, foram 35 seguidas!)

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2.5.19

No seguimento do 'post' anterior

Embora no texto do 'post' anterior se diga que as duas fotos são da mesma árvore, foi engano. Na realidade as árvores são duas, parecidas mas diferentes — são estas que aqui vemos.

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1.5.19

Apontamentos de Lagos

NOTA: Este "Apontamento" contém um erro, que corrigirei no próximo 'post'. Entretanto, aqui fica, tal como saiu no CORREIO DE LAGOS de Abril, como se fosse um passatempo "É bom observador?"
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“As Árvores Morrem de Pé” é o título de uma peça de teatro de Alejandro Casona, de que os mais velhinhos ainda se lembram devido à fabulosa interpretação de Palmira Bastos, então com 90 anos de idade. Pois, mas o certo é que “não há regra sem excepção”, e esta árvore não morreu de pé: caiu, como muitas outras, e ali ficou durante três semanas, com direito a uma morte lenta, enquanto pessoal ao serviço da CML a afastava, para um lado e para o outro, para poder passar com as suas máquinas de cortar relva!

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25.4.19

Apontamentos de Lagos

Ultimamente, o monumento a Salgueiro Maia (uma iniciativa da CML comemorativa dos 30 anos do 25 de Abril) chamava a atenção pelo projector que ainda ostenta(va) vestígios da autocolante a dizer "Desligado por economia" e pelas flores de plástico. 
Pelo menos hoje, tem lá uma dúzia de cravos vermelhos naturais — iniciativa de um cidadão anónimo.

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Apontamentos de Lagos

Muito se tem falado, ultimamente, em “Inteligência Artificial”, de que uma das aplicações mais referidas está relacionada com a condução automóvel: sistemas de “Câmaras Inteligentes” vão identificar coisas como sinais de trânsito, delas informando o condutor ou, mesmo, intervindo directamente na condução do veículo. Claro que é possível que, em certos casos, essas câmaras fiquem confusas (por haver sinais contraditórios, errados ou apenas estranhos, como este). P. ex., o que aqui se vê poderá ser lido como “STOP ao corte de árvores!”. Mas, como se sabe, há “câmaras e câmaras”, e talvez as envolvidas ainda não tenham a necessária inteligência — seja ela “artificial” ou não. 
NOTA: Repare-se como, no caso [4], (e à semelhança do que sucede em muitos outros locais, por toda a cidade), houve “alguém” que não quis deixar dúvidas acerca da eventual substituição da árvore sumida. Isso, sim, é inteligência... e “natural”! 
"Correio de Lagos" de Abril 2019

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22.4.19

Apontamentos de Lagos

Dizia o Arq. Ribeiro Telles que “Em Portugal não se podam as árvores, mutilam-se”. Sim, e em Lagos até se matam — e às dúzias de cada vez! —, como há pouco sucedeu na Rua da Filarmónica 1.º de Maio, onde uma enfiada de 25 (*), adultas e saudáveis (muitas com mais de dois palmos de diâmetro), deram a alma ao Criador com o alto patrocínio da nossa autarquia, numa demonstração de eficiência a que não estávamos habituados.
Talvez a estimável Filarmónica que dá o nome à rua possa passar por lá a tocar e Marcha Fúnebre, numa alegoria que também abrangeria a nossa Oposição, que não pode argumentar que não sabia de nada, pois este atentado sem precedentes até tem direito a uma Placa de Obra, que só não nos remete para a “Crónica de uma Morte Anunciada” porque estão em causa DEZENAS as árvores, e não apenas UMA.
NOTA: Mais uma vez se chama a atenção para o “Direito de Fotografar na via-pública”, tal como está bem claro na legislação portuguesa — incluindo, para o caso de pessoas, o que diz o Art.º 79 do Código Civil. As únicas limitações são embaixadas, instalações militares e pessoas (e não árvores...) em estado de degradação. Assim, são ABSOLUTAMENTE INADMISSÍVEIS quaisquer pressões, venham elas de onde vierem, mesmo que sob a forma subtil de perguntas ingénuas, do género “Posso saber porque é que o senhor está a fotografar isto?”. E ficamos por aqui, pois “para bom entendedor...”

Colaboração no CORREIO DE LAGOS de Abril 2019
(*) Afinal foram 35, e não 25

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